Guilherme Fernandes, 18, é cristão protestante, atualmente frequenta a igreja Videira em Mauá, Sp.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Termos bíblicos para salvação
Rm 1.16 "Porque não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego"
Deus nos oferece livremente a vida eterna em Jesus Cristo, mas, às vezes, nos é difícil compreender o processo exato usado para torná-la disponível a nós. Por isso, Deus apresenta na Bíblia vários aspectos da salvação, cada um com sua ênfase exclusiva. Este estudo examina três desses aspectos: a salvação, a redenção e a justificação.
SALVAÇÃO: Salvação (gr. soteria) significa "livramento", "chegar à meta com segurança ", "proteger de dano". Já no AT, Deus revelou-se como o Salvador do seu povo (Êx 15.2; Sl 27.1; 88.1). A salvação é descrita na Bíblia como "o caminho", oi a estrada através da vida, para a comunhão eterna com Deus no céu (Mt 7.14; Mc 12.14; Jo 14.6; At 16.17; 2 Pe 2.21; cf. At 9.2; 22.4; Hb10.20). Esta estrada deve ser percorrida até o fim. A salvação pode ser descrita como um caminho com dois lados e três etapas:
(1) O único caminho da salvação. Cristo é o único caminho ao Pai (Jo 14.6; At 4.12). A salvação nos é concedida mediante a raça de Deus, manifesta em Cristo Jesus (3.24). A salvação é baseada na morte de Cristo (3.25; 5.8), sua ressurreição (5.10) e sua contínua intercessão pelos salvos (Hb 7.25)
(2) Os dois lados da salvação. A salvação é recebida de raça, mediate a fé em Cristo (3.22,24,25,28). Isto é, ela resulta da graça de Deus (Jo 1.16) e da resposta humana da fé ( At 16.31; Rm 1.17; Ef 1.15; 2.8).
(3)As três etapas da salvação. (a) A etapa passada da salvação inclui a experiência pessoal mediante a qual nós, como crentes, recebemos o perdão dos pecados (At 10.43; Rm 4.6-8) e passamos da morte espiritual para a vida espiritual (1 Jo 3.14); do poder do pecado para o poder do Senhor (6.17-23), do domínio de Satanás para o domínio de Deus (At 26.18). A salvação nos leva a um novo relacionamento pessoal com Deus (Jo 1.12) e nos livra da condenação do pecado (1.16; 6.23; 1 Co 1.18).
(b) A etapa presente da salvação nos livra do hábito e do domínio do pecado, e nos enche do Espírito Santo. Ela abrange: (i) o privilégio de um relacionamento pessoal com Deus como nosso Pai e com Jesus como nosso Senhor e Salvador (Mt 6.9; Jo 14.18-23); (ii) a conclamação para nos considerarmos mortos para o pecado (6.1-14) e para nos submetermos à direção do Espírito Santo (8.1-16) e à Palavra de Deus (Jo 8.31; 14.21; 2 Tm 3.15,16); (iii) o convite para sermos cheio do Espírito Santos e a ordem de continuarmos cheios ; (iv) a exigência para nos separarmos do pecado (6.1-14) e da presente geração perversa (At 2.40; 2 Co 6.17) e (v) a chamada para travar uma batalha constante em prol do reino de Deus contra Satanás e suas hostes demoníacas (2Co 10.14,5; Ef 6.11,16; 1 Pe 5.8).
(c) A etapa futura da salvação ( 13.11,12; 1 Ts 5.8,9; 1 Pe 1.5) abrange (i) nosso livramento da ira vindoura de Deus (5.9; 1 Co 3.15; 5.5; 1 Ts 1.10; 5.9); (ii) nossa participação da glória divina (Rm 8.29; 2 Ts 2.13,14) e nosso recebimento de um corpo ressurreto, transformado (1 Co 15.49-52); e (iii) os galardões que recebemos como vencedores fieis. Essa etapa futura da salvação é o alvo que todos os cristãos se esforçam para alcançar (1 Co 9.24-27; Fp 3.8-14). Toda advertência, disciplina e castigo do tempo presente da vida do crente têm como propósito preveni-lo a não perder essa salvação futura (1 Co 5.1-13; 9.24-27; Fp 2.12-16; 2 Pe 1.5-11)
REDENÇÃO: O significado original de "redenção" (gr apolutrosis) é resgatar mediante o pagamento de um preço. A expressão denota o meio pelo qual a salvação é obtida, a saber: pagamento de u, resgate. A doutrina da redenção pode ser resumida da seguinte forma:
(1) O estado do pecado, do qual precisamos ser redimidos. O NT mostra que o ser humano está alienado de Deus (3.10-18), sob o domínio de Satanás (At 10.38; 26.18), e escravizado pelo pecado (6.6; 7.14) e necessitando de livramento da culpa, da condenação e do poder do pecado (At 26.18; Rm 1.18; 6.1-18,23; Ef 5.8; Cl 1.13; 1 Pe 2.9)
(2) O preço pago para nos livras dessa escravidão: Cristo pagou esse resgate ao derramar o seu sangue e dar sua vida (Mt 20.28; Mc 10.45; 1 Co 6.20; Ef 1.7; Tt 2.14; Hb 9.12; 1 Pe 1.18,19)
(3) O estado presente dos redimido: Os crentes redimidos por Cristo estão agora livres do domínio de Satanás e da culpa e do poder do pecado (At 26.18; Rm 6.7,12,14,18; Cl 1.13). Essa libertação do pecado, no entanto, não nos deixa livres para fazer o que queremos, pois somos propriedades de Deus. A nossa libertação do pecado por Deus nos torna servos voluntários seus (At 26.18; Rm 6.18-22; 1 Co 6.19,20; 7.22-23).
(4) A doutrina de redenção no NT já estava prefigurada nos casos de redenção registrados no AT. O grande evento redentor do AT foi o êxodo de Israel. Também, no sistema sacrificial levítico, o sangue de animais era o preço pago para expiar o pecado.
JUSTIFICAÇÃO: A palavra "justificar" (gr. dikaioo) significa ser "justo (ou reto) diante de Deus" (2.13), tornando justo (5.18,19), "estabelecer como certo" ou "endireitar". Denota estar num relacionamento certo com Deus, mais do que receber uma mera declaração judicial ou legal. Deus perdoa o pecador arrependido, a quem Ele tinha declarado culpado segundo a sua lei e condenado à morte eterna, restaura-o ao favor divino e o coloca em relacionamento correto (comunhão) com Ele mesmo e com a sua vontade. Ao apóstolo Paulo foram reveladas várias verdades a respeito da justificação e como ela é efetuada:
(1) A justificação diante de Deus é uma dádiva (3.24; Ef 2.8). Ninguém pode justificar-se diante de Deus guardando toda lei ou fazendo boas obras (4.2-6; Ef 2.8-9), "porque todos pecaram e destruídos estão da glória de Deus" (3.23).
(2) A justificação diante de Deus se alcança mediante a "redenção que há em Cristo Jesus" (3.24). Ninguém é justificado sem que antes seja redimido por Cristo, do pecado e do seu poder.
(3) A justificação diante de Deus provém da "sua graça", sendo obtida mediante a fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador (3.22,24; cf. 4.3,5).
(4) A justificação diante de Deus está relacionada ao perdão dos nossos pecados (Rm 4.7). Os pecadores são declarados culpados diante de Deus (3.9-18,2), mas por causa da morte expiatória de Cristo e da sua ressurreição são perdoados.
(5) Uma vez justificados diante de Deus , mediante a fé em Cristo, estamos crucificados com Ele, o qual passa a habitar em nós (Gl 2.16-21). Através dessa experiência, nos tornamos de fato justos e começamos a viver para Deus (2.19-21). Essa obra transformadora de Cristo em nós, mediante o Espírito (cf. 2 Ts 2.13; 1 Pe 1.2), não se pode separar de sua obra redentora a nosso favor. A obra de Cristo e a obra do Espírito são de mútua dependência.
NOTA: Este presente estudo foi retirado da "Bíblia de Estudo Pentecostal (CPAD)"
Espero que vocês tenham gostado!
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Gui,namoral,aqui tá muito boom e muito lindo (igual o dono k')gostii d+ ;)
ResponderExcluir- sua linda u.u
Valeu Deborah ;) bonito igual o dono não né - eu sou mais... ¬¬
Excluirkk' Brincadeira, mas ainda bem que gostou.
fique com Deus
Abraços